sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

(Des)evolução?

Começa assim: uma célula por vez até um aglomerado. Um ser vivo. E para viver, é preciso energia, alimento. É preciso comer, óbvio. E no mundo só se vive o mais adaptado. Mesmo pequeno e frágil, nos agarramos a outras formas, métodos de alimento. Antes era aleatório, agora é: seja saciada minha vontade. Dos restos ia sobrevivendo. Sobreviver cansava. Estressava. Machucava. Tinha sede de vida. Beber-la-ia até a última gota se pudesse. Contudo, tinha um segredo e um plano. Sabia que era fraco, Desprovido de uma velocidade igual meu primo jaguar. Sem força igual meu primo gorila. Minha adaptação era outra. Tinha uma capacidade de criação ou destruição. Eles nem souberam o que os atingiram. Me assentei, e usei dessa habilidade. Parasitar!? Nunca mais! 

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