quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

...pois é sabido que o comando da língua falada ou escrita pressupõe o assenhoreamento de suas estruturas frasais combinando com a capacidade de discernir, discriminar e estabelecer relações lógicas, de forma que as palavras não apenas veiculem ideias ou sentimentos, mas reflitam também a própria atitude mental.

Uma atitude mental coerente, construída com ferramentas semântica-lógicas bem interligadas e estruturadas, acaba por refletir na atitude moral do sujeito pensante. É incrível que exista preconceito, ignorância e ódio em indivíduos estudados – digo estudados, porque pessoas assim não são esclarecidas – e o motivo disso é uma atitude mental, um “castelo” da consciência, construída com “tijolos” podres e desvirtuosos. Não existe segredo quando se fala em “igualdade” ou “ame ao próximo”, mas pessoas que não compreendem realmente, no fundo de suas consciências o real significado disso acabam moldando falácias a seu favor, e o resultado: atitudes imorais carregadas com justificativas.


A cura para a ignorância me parece simples: uma atitude mental “limpa” somada a empatia.

(continua)

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