...pois
é sabido que o comando da língua falada ou escrita pressupõe o assenhoreamento
de suas estruturas frasais combinando com a capacidade de discernir,
discriminar e estabelecer relações lógicas, de forma que as palavras não apenas
veiculem ideias ou sentimentos, mas reflitam também a própria atitude mental.
Uma atitude mental coerente, construída com
ferramentas semântica-lógicas bem interligadas e estruturadas, acaba por refletir
na atitude moral do sujeito pensante. É incrível que exista preconceito,
ignorância e ódio em indivíduos estudados – digo estudados, porque pessoas
assim não são esclarecidas – e o motivo disso é uma atitude mental, um “castelo”
da consciência, construída com “tijolos” podres e desvirtuosos. Não existe
segredo quando se fala em “igualdade” ou “ame ao próximo”, mas pessoas que não
compreendem realmente, no fundo de suas consciências o real significado disso
acabam moldando falácias a seu favor, e o resultado: atitudes imorais
carregadas com justificativas.
A cura para a ignorância me parece simples: uma
atitude mental “limpa” somada a empatia.
(continua)
(continua)
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